Primeiro Direito

RSS

Resumos: Ciência Política, Conversas Sobre Política

Olá! Lembram do meu ultimo post sobre minha técnica apurada de resumo? 

Pois é, prometi o resumo na íntegra da parada então lá vai:

RESUMO

ALVES, Rubens.Conversas sobre política.Edição revista e ampliada.Campinas, SP:Verus,2010

Conversas sobre política é um livro em que Rubens Alves discute sobre política de um modo agradável e por vezes um tapa na consciência. Logo no início o autor diz como deveria ser um político por vocação, que deveria ser um jardineiro que cuida de um jardim para todos, que o contemplem e usufruam dele, diferentemente do que acontece com grande freqüência, que são políticos profissionais que não querem saber jardins públicos, os políticos profissionais vêem a política apenas como um fim para ganhar dinheiro e poder, e acabam por construir jardins privados, deixando desertos ao seu redor, compara a política brasileira como se fosse um tecido podre esburacado, e que não vai adiantar remendá-lo com tecido novo, pois o buraco vai só aumentar.

Desperta o leitor para um novo olhar para a política brasileira e sua democracia deficiente, alerta o eleitor para o poder que detém nas mãos, o voto, que por muitas vezes é banalizado, explica que está é a única forma de expressar a vontade do povo, é o poder que nos é concedido e que se esvai quando votamos em lobos disfarçados em velhinhas, a maioria de nós já está tão acostumada com  mal odor da política que já habituamos nosso narizes ao mal cheiro que vem das “frigideiras” de Brasília, ou perdemos a esperança na política nacional, e já não reconhecemos tais lobos, quando estes vem bem disfarçados de velhinhas por produtores de imagens para nos seduzir. Não existem mais sonhos, nem utopias no povo, votamos por votar, por que somos obrigados, nosso voto é desanimado ou vendido, muitos de nós já perdemos a esperança em nossos políticos e na dita democracia que existe no Brasil. E como o escritor diz por muitas vezes em seu livro, o principal problema disso tudo é a falta de educação de qualidade, que ajude o povo a pensar em política, que desenvolva sonhos na mente do povo e que o faça sonhar com utopias, uma educação suficientemente eficiente para despertar o povo de um sono sem sonhos, para que não sejamos apenas “massa” e sim um povo de verdade que impõe sua vontade, e que exerce verdadeiramente o seu poder.

 

RESUMO

ALVES, Rubens.Conversas sobre política.Edição revista e ampliada.Campinas, SP:Verus,2010

Políticos corruptos, leis que protegem e até legitimam a corrupção e quem a produz. Candidatos com as mesmas falas tentando serem os mais puros em épocas de eleição, e a democracia débil, é o cenário que vigora na política no Brasil segundo Rubens Alves.

É uma política podre, que não adianta remendar, pois tem de ser totalmente remodelada, tem que ser nova, pois como diz o autor, não adianta remendar com tecido novo o tecido podre, pois o buraco só há de aumentar. Como seria bom se houvessem políticos por vocação, jardineiros, como diz o escritor, que cultivassem jardins públicos para que todos usufruíssem de sua beleza, mas o que vemos na realidade são políticos profissionais que acham na política, meios para ganhar dinheiro e poder.  O autor alerta sobre importância no voto, como meio de tapar buracos em nossa burocracia para que não entrem ratos, mas a grande maioria do povo não sabe identificar tais ratos, e essa falta de percepção muitas vezes decorre da falta de educação de qualidade, da educação que desperta a política no eleitor, que o ajude a pensar sobre política, a pensar sobre jardins para o povo, a sonhar com utopias, o povo adormece e não tem sonhos. Ainda ressalta que estamos tão acostumados com o mau cheiro da corrupção no Brasil que nossos narizes já se acostumaram com o fedor, acostumamos com as merdas lançadas às escondidas pelos políticos escondidos em seus palácios, de que estamos em guerra, pois eles já não respeitam mais a lei, acham graça dela e nos impõem medo nas ruas, pois o que era pra ser um jardim virou selva e nós fugimos para nossas cavernas com medo de ser atacados por monstros dos quais eles mesmos controlam e ou se aliam. Já não é mais política, virou negócio, contratam produtores de imagens para elaborar a melhor aparência para o povo, se disfarçam de “vovozinha” e se julgam frágeis e cândidos, estudam as melhores frases de efeito, se fazem de time e geram entusiasmo e paixão na torcida, e ainda conseguem enganar o povo que acaba esquecendo que os membros do time não são tão honrosos assim, esquecem suas contas no exterior e os escândalos e fraudes descobertas.


Prontis, fiz dois e comparei qual seria o melhor para entregar ao professor, o primeiro foi escolhido. Também disponibilizei o resumo no site TrabalhosFeitos.com ótimo site pra consultas de trabalhos, me serviu como um norte para outro trabalho. 

Abraços!

Ciência Política - Conversas sobre política

Estou fazendo um resumo sobre este livro de Rubens Alves, terminei de lê-lo, assim como minhas anotações que no meu pensar são cronológicas e vão me ajudar a construir uma linha de pensamento mais coesa quando for partir para a elaboração do resumo. Minhas notas começaram com pequenos resumos sobre cada crônica que o autor conta no livro, e depois foi se reduzindo a palavras chaves, então se você for fazer algo parecido, tenha o livro em mãos para maior entendimento, eis minhas notas:

  • Política e Jardinagem


O político por vocação é um jardineiro que cuida de um jardim para todos, ao contrário do político por profissão, que só vê a política como um fim para ganhar dinheiro, e assim constrói jardins privados, enquanto deixa um deserto ao seu redor.

  • O rato roeu o queijo do rei


É preferível um pequeno problema do que um grande problema, por isso que o autor diz que “é preferível cocô de rato a bosta de elefante”, porque na tentativa de resolver um problema aparentemente fácil, outro de difícil resolução aparecerá.

  • A lâmina da guilhotina


Nesta estória o autor conta sobre a obra de Chalie Chaplim: Monsieur Verdouxque conta duas histórias distintas, o de um criminoso e de um fabricante de armas. E vai além contando sobre o terceiro protagonista: O Estado, que legitima a morte quando condecora aquele que fabrica armas e pune severamente com a mesma morte quem pratica crimes pequenos se comparadas às morte provocada pelas armas daquele que as fabrica. Pois um Estado sem o poder de morte não é um Estado.

  • É preciso tapar os buracos dos ratos…

Com o filme “Queijo Suíco” Rubem Alves explica que o voto é um meio de tapar buracos para que não entrem ratos em nossa democracia, mas pelo fator educação, que é mínima a sociedade não sabe pensar sobre política, não sabe identificar os ratos e não usa a ferramenta do voto para expressar suas vontades. O principal problema é a educação atual, que não ensina o povo a pensar, não investe em pesquisa, e a consequência disso são ratos com livre passagem pelos buracos na nossa democracia.

  • A aldeia que nunca mais foi a mesma

Aqui o autor retrata mais uma vez sobre o povo que adormece e carece de sonhos e representantes de sonhos e não de poder. Daí os sonhos do povo não são ouvidos, e o povo nem se atreve a sonhar

  • Senhoras prefeitas, senhores prefeitos.

Mais uma vez nesta estória o autor chama atenção para a educação do povo para a política quando diz que as prefeitas e prefeitos deve ensinar o povo a pensar em jardins, para que não se transforme em selva onde desta se deve fugir. Os jardins em que ele se refere é a própria cidade que é o espaço-corpo dos habitantes, pois se não pensar em jardins fugiremos da selva que ela se tornará.

  • Estou enjoado de política

Vivendo na mesmice diária, o protagonista desta história já não se abala com as mesmasdiscursos de políticos no noticiário, mas vive na esperança de um horizonte, onde o povo de mãos unidas lutará por seus sonhos e para os tornar realidade, onde o povo acordará de seu profundo sono sem sonhos.

  • Entre fezes e flores

Produtores de merda: políticos que elegemos. O odor da merda está tão intrínseco em nosso cotidiano que já não sentimos mais, nosso nariz já se adaptou. Os políticos lançam merda às escondidas, pois se escondem em seus palácios com seus amigos e cagam juntos.

  • Estamos em guerra

Pois somos atacados por empresas com estratégias para pilhagem, gente rica e política espalha o medo pelas ruas, estamos em guerra, pois os subversivos riem das leis, para eles elas não existem.

  • Sou Obrigado a votar

Casas-país sem sonhos, sem projetos, sem construtores que são apenas atores. Voto sem ânimo e obrigatório.

  • Os gênios da garrafa

Publicitários, que produzem imagens para seduzir o povo.

  • Requiém para um jardim

Bons negócios, lei ineficaz, ditadores militaristas

  • Entre o ruim e o horrendo

Drogas, melhor permiti-las do que proibi-las, de todos os males o menor.

  • Lição de política

Vaca, mosca, asas, bernes

  • Sobre peixes e política

Tricogáster, pais devorando filhos.

  • Ratos e queijos

Partidos como se fossem times de futebol, gerando entusiasmo e paixão em sua torcida, mesmo que os membros do time não sejam tão honrosos assim.

  • Tenho saudades do PT

Lula, farinha do mesmo saco, amnésia, corrupção no Brasil…

  • O bom de ser religioso

Representantes, Deus, crença, demônios que estremecem

  • O espetáculo

A deputada dançarina, eleitor sem poder, corrupção, tecido podre, Brasil

  • Beleza

Deputada de cueca e sobre-casaca, quebra de decoro, cassado pelos colegas, preservação da beleza, hino nacional, bandeira em flâmula, Collor cassado, beleza?

  • Modesta sugestão para o Brasil

Analisar os excelentíssimos cocôs de seus parlamentares.

Política a arte de engolir sapos por amor ao poder

Sem esperança política, jogos de xadrez mesma lógica = política, abraços falsos, “Jesus aliado com Judas”

  • Chapeuzinho vermelho

Lobos maquiados de vovozinha e a chapeuzinho não percebe logo de cara, graças aos produtores de imagens, e na realidade lobos e caçadores comem o povo.

  • Utopias

Política sem utopias, sem sonhos, alianças bizarras com propósito de poder.

  • Mike Tyson

Hardware, software, beleza, poesia, sonhos, utopia.

  • Lula aprendeu a falar…

“É melhor falar a verdade com as palavras erradas que falar a mentira com palavras certas.” Lula se educou: está falando palavras certas…

  • Lula escritor

Não escreve, mas brinca com palavras instantaneamente.

  • As duas frigideiras

O culpado é Niemeyer

  • Benfeitores do pico da Pedra Branca

Ação do homem, dinheiro, mentiras, destruição da natureza.

Bem, é isso, com este “roteiro” eu pude fazer um resumo sobre o livro de Rubens Alves, e acho que ficou bem conciso no que se diz respeito a organização de idéias do autor e até na evolução que consta no livro. E o próximo post será o próprio resumo.

Abraços!

Provas e Sistema

Provas passaram, notas felizes e tristes vieram, MAS, tudo é uma questão de adaptação, tirei algumas notas boas para a minha expectativa de iniciante no mundo acadêmico, e outras nem merecem ser comentadas. E quanto a estas, confesso que subestimei seu conteúdo quando disse para mim mesmo que era ‘fácil’, enfim agora é adaptar e não subestimar exatamente nada, haha.

Na instituição na qual estudo, existe um novo sistema que consiste em quatro provas por semestre, ao invés das duas (acho) comumente usadas no âmbito geral. Ou seja, se não me engano tivemos uma semana de “folga” e já entraremos em ritmo de provas outra vez, é um sistema novo no qual estamos submetidos e, que sofrerá alterações caso necessário.

Se você tiver curiosidade de ler o regulamento sobre as 4 provas por semestre e as atualizações para 2012 clique aqui.

Mudando totalmente o assunto, hoje tive Ciência Política discutindo sobre os conceitos que envolve Soberania, e Economia Política, e seus ‘lindos’ gráficos que explicam comportamentos de mercado. 

Como este é meu 1° post, depois das provas estou meio estranho com o editor, então ainda hoje quando raiar o dia expresso o que absorvi das aulas.

Abraços!

Fatos Sociais

Émile Durkeim

Fato Social - “é social todo fato que é geral, que se repete para a maioria dos indivíduos”

Ou seja, todos nossos costumes, maneirismos e até comportamentos são tidos como Fatos Sociais, pois estes nos são ensinados durante nossa formação enquanto crianças, e segundo Durkeim estes fatos sociais tem três características que são:

Coerção - 

A organização familiar, o modo de educar, e até nosso idioma são forças coercitivas do território em que vivemos. Aprendemos desde cedo através de nossos pais, família ou sociedade a nos conduzimos de uma maneira dita como a ‘correta’.

E se fomos de encontro com esses fundamentos, sofreremos o que o autor diz por “Sanções Legais” que são as sanções impostas e previstas em Lei, e as “Sanções Espontâneas” que é o estranhamento da sociedade para uma conduta contrária. 

Vou usar o mesmo exemplo em sala de aula: 

Um pai quando sabe que vai ter um filho homem, este logo começa a planejar toda sua educação, para que time vai torcer,  como deverá agir e falar como homem e principalmente sua influência sobre as mulheres. O ato coercitivo do pai é este, é educar seu filho conforme fora também educado. Mas o que acontecerá se este filho, ao atingir a maioridade, se revelar ‘gay’? Concerteza o pai o reprovará mais duramente possível, poderá até expulsá-lo de casa, e ele está agindo por uma Sanção Espontânea, como um ato de reprovação.

Um outro exemplo é o nosso comportamento ao nos depararmos com uma pessoa de mau-hálito, nos afastamos tentando esquivar do mau cheiro, outra Sanção Espontânea.

Ou seja, o comportamento contrário ou desviante num grupo social, não é penalizado por lei, mas o infrator é punido pelo grupo social na medida em que sua ação fere os princípios e valores daquele grupo, e pode ser mais intimidador que a própria lei.

Exterioridade - 

Esta característica demonstra que, independente de nossas ações individuais, tais comportamentos ainda existirão por muito e muito tempo, pois ao nascer já encontramos ali as regras, e que por coerção é nos dada como educação. Não podemos opinar ou escolher, pois independe de nós.

Generalidade  - 

Outra característica do fato social é sua generalidade, pois os comportamentos são repetidos e envolvem muitos indivíduos, como podemos observar que os comportamentos e linguagens são diferentes para meninos e meninas, homens e mulheres.

——

Bem é isso, estamos em tempo de provas! Vou usar bastante isso aqui pra expor meus estudos nessa ‘estação nervosa’ haha

Abraços!

De volta a internerds!! \o/

Galero, minha inatividade com o blog foi devido a uma rasteira da Oi que como de costume anda fazendo m*rds e acaba atrapalhando a vida de muita gente.

Mas fui lá briguei, e liberaram a porr* toda, ESTOY DE VOLTA! \o/

Abraços! (menos pra Oi)

O Estado e Capital

Tivemos uma dinâmica na aula de Ciência Política no qual o professor pediu para que formássemos grupos com 12 pessoas e  escreveu as seguintes palavras no quadro:

Fruta
Comida
Pessoa
Lugar
Time
Filme
Presidente
Cor
Frase
Fato Histórico
Frase

E que  comentássemos sobre “Nós todos somos o Estado”, e para cada palavra uma escolha.

Grupos formados, e no meu começou a sugestão de nomes para a lista, alguns nomes todos acolheram, outros decidimos por meio de votação, e com base no texto da matéria, conceituamos o que devia ser comentado, decidido tudo então o professor começou a perguntar o que as coisas que foram escolhidas na lista, citamos a nossa que foi: Goiaba, Feijoada, Marina Silva entre outras, e nosso comentário sobre a frase foi mais ou menos de que, nós enquanto sociedade, enquanto obedecendo um conjunto de regras, normas, e condutas representamos o Estado, pois um indivíduo não decide as coisas sozinho, mas deve ser feito em coletivo para o bem comum da sociedade.

Logo após explicando o porque dos grupos ‘imensos’ e a dinâmica em si, o professor aplicou isto para demonstrar diversos tipos de ‘governos’ e poderes que foram exercidos dentro de cada grupo, o que foi bem interessante pois, para a visão da turma nosso grupo foi o “Autoritarista” vendo que a escolha dos nomes em primeira rodada foi sugerida, e não discutida, e um fato também interessante foi que enquanto ainda na formação de grupos as pessoas “novas” que estava entrando no grupo se depararam já com as escolhas sendo feitas, e como não tinham participação inicial dentro do grupo tiveram que acatar o que fora sugerido sem discussão, acho que daí a visão Autoritária do nosso grupo. Houve o grupo dos Anarquistas, e dos Democratas, assim como também existiu conflitos dentro de todos os grupo, o que era o objetivo do professor ao aplicar essa dinâmica, que dentro das sociedades aquele que toma a frente das decisões acaba por impor seu modo de governo no meio em que vive, os que não se interessam acatam as ordens e os que não, se conflitam e aí é testado o sistema de governo daquele que se dispôs a liderar. 

Muito interessante, e bem fácil de absorver conceitos como: Estado, Poder e Governo.

A aula de economia foi mais voltada para as questões dos Fatores de Produção, sobre o conceito de capital, o que é capital, capital de giro e etc.

Aprendi que capital é tudo aquilo que usa-se para produzir um bem, seja ele carro, casa, ou trabalhadores, que capital de giro é o que se gasta para a manutenção da empresa, ou seja, pagamentos de funcionários, de energia, de matéria prima e qualquer coisa que envolva a produção daquele tipo de negócio. Outro fato interessante é que nem tudo que é produzido e maior escala é garantia de lucro, pois estes dependem dos recursos (pessoal, máquinas) que o negócio oferece, quanto maior a produção, maior tem que estar sendo os recursos para produzi-la. Foi uma aula ‘empreendedora’ que me deu até vontade de sair por aí e fundar uma empresa, haha.

Economia é uma coisa complexa, mas muito clara quando se trata de administração dos recursos (Óbvio), digo isso pois está me abrindo os olhos para ver questões como “O que fazer com investimentos?” Claro nem chegamos a conversar sobre isso, mas é o que eu penso quando nesta aula.

Foi isso

Abraços!

Ouvido meu, que dor =\

Olá!  ^^

Só avisando que não postei nesses últimos 3 dias devido a uma dor de ouvido que resolveu me amar, mas já estou melhor e já escrevi 3 posts, que estão engatados nas drafts e que devem sair amanhã.

Só avisando mesmo, abraços!

Gostaria de ler um resumo teu sobre a revolução francesa.

Anônimo

VISH, com qual intuito posso saber?

Aula dinâmica e sessão de cinema!

Como sabem (ou não) hoje foi aula de Sociologia, entendi como a ela surgiu no contexto histórico, que foi, na degradação do feudalismo para o capitalismo, e que em meio a isso tiveram as Revoluções Industriais e Francesa.

O professor fez duas dinâmicas bem legais para contextualizar como essas revoluções procederam e como aconteceram na sociedade, o que incluiu que nos levantássemos da cadeira e nos movimentássemos pela sala de aula (não vou descrever tudo aqui pois ficaria imenso este post), foi bem instrutivo, e entendi de fato sobre o surgimento da sociologia pelos positivistas e seus idealizadores.

Ou seja, a Sociologia surgiu para organizar uma sociedade que estava em pleno caos e desordem, onde a anarquia perambulava e não havia evolução mesmo com tecnologia, os pensadores então passaram a ver a sociedade como objeto de estudo.

Logo depois na Aula de Metodologia Científica, terminamos de assistir o filme “Ponto de Mutação” (que por acaso começamos ontem), se você clicou no link, verá que o filme trata de três pensamentos sobre o método científico, que são o reducionista, o holístico, e o sistemático, e leva você à uma viagem intelectual a ter uma nova visão de mundo e me atrevo a dizer de nova visão de ambiente. Gostei, é muito reflexivo e muito rico em idéias, recomendo assistir o filme.

Concluí de que temos que pensar, enquanto acadêmicos, nestas linhas de pensamentos na pesquisa científica, de que devemos ver idéias ou assuntos em uma perspectiva ampliada e aprofundada, e não só atentar para algo empírico e sim para ter a curiosidade de buscar a verdade e transformar o empírico em científico.

Já disse que estou amando o curso? Pois é, para mim as aulas estão sendo fantásticas! ^^

Abraços!

Inusitado, Cômico e Trágico!

Hoje (06/02) discuti conceitos sobre Estado, Governo, Poder, Política entre outros. O que percebi que eles tem muita relação entre si, pois são fontes de direito e exercem algum tipo de autoridade, em suma, a aula de Ciência Política se concentrou nesses aspectos.

Em Economia Política, o professor estava explicando o conceito de Economia e a sua influência na sociedade, o interessante foi ele explicando os aspectos da ciência econômica desde o surgimento da humanidade na era da pedra polida e quando o homem passou de nômade a sedentário, ou seja, quando começou a cultivar e caçar.

Estávamos já conceituando Produtividade, quando um aluno da turma começa a discordar dos conceitos do professor, este por sua vez achou interessante a questão levantada pelo nosso colega, e ainda tentou explicar (não me pergunte o que pois não lembro e você vai saber porque) mas mesmo depois da explicação do professor de economia, o aluno não mudou de opinião, bateu na mesa como forma de protesto e quis ainda reafirmar que sua ideia era a correta e de que o professor estava ‘falsificando’ fatos históricos. Vejam bem, o professor de Economia, estava conceituando a própria matéria, e colocou como exemplo algo assim:

“Eis que um indivíduo, acha maçante o trabalho de caçar, veste um manto e dita regras para os caçadores, ordenando trazer oferendas para que estes sejam abençoados na caça” 

Acho que, o caro colega é um extremista religioso, e deve ter se ofendido por algum motivo, querendo impor suas ‘verdades’ sobre o discurso do professor e ainda atrapalhando o entendimento da classe sobre uma aula que estava muito ótima, e de entendimento bem lúcido por assim dizer. 

O Economista até tentou retomar a aula, mas o nobre colega tomado por acesso de inquirir a sua verdade ainda interrompeu a aula, e quis iniciar um debate. Acabou acusando o professor de ser ateu (e este não é), e ainda saiu esbaforido da sala ameaçando denunciar o professor para a diretoria acadêmica, e ao sair, ainda chamou o mestre em economia de ‘covarde’.

Quanta loucura não?

Vejam só, nós, enquanto acadêmicos estamos ali justamente para aprender coisas novas, e até mesmo desaprender o que temos por verdade. Na faculdade o conhecimento é descoberto, é construído dentro da sala de aula com o auxílio imprescindível do professor, se temos dúvidas, ou se discordamos de alguma idéias, é claro que devemos iniciar o debate, mas com a visão de que vamos aprender coisas novas, temos que ter no mínimo humildade e abrir a cabeça para novos horizontes e novas formas de pensar.

O resultado disso tudo foi que, com isto ele prejudicou toda turma, a aula, e a ele mesmo. Todos riram, mas ninguém gostou.

Uma pena, só espero que isso não ocorra mais vezes, mas o meu medo maior é de que este cara surte e saia atacando não só os professores mas, qualquer um ali, haha.

Bem foi isso, inusitado, cômico e trágico.

Abraços!